Como 1907 fecha parceria com EA SPORTS FC para acelerar estratégia digital e de gaming
Clube italiano integra o ecossistema EA SPORTS FC e reforça o Como Gaming Club, apostando no envolvimento de adeptos fora do dia de jogo.
Clube italiano integra o ecossistema EA SPORTS FC e reforça o Como Gaming Club, apostando no envolvimento de adeptos fora do dia de jogo.
Acordo foca experiências digitais e ativações no Emirates; Meta reforça aposta no desporto e Arsenal expande carteira comercial.
Veículo focará participações minoritárias em clubes de elite, sobretudo em Espanha, e “ativos transformacionais”; assembleia anual decorre em Madrid, no estádio do Atlético de Madrid.
Chelsea ilustra o desequilíbrio: receitas robustas, custos explosivos. Enquanto isso, Decathlon acelera lucros e o entretenimento ao vivo em Espanha ultrapassa €800 milhões.
Chelsea, Newcastle, Aston Villa e Everton venderam equipas femininas e património imobiliário a entidades dos próprios proprietários para aliviar perdas e evitar sanções ao abrigo das novas regras da Premier League.
Rebranding aposta em “Bleu Marseille”, tipografia proprietária e sistema modular para potenciar receita comercial e coerência global
Clubes da Ligue 1 acumulam perdas de 466 M€ em 2024/25; Lyon sozinho representa 44% do buraco. Queda dos direitos de transmissão precipita crise.
Projeção da Deloitte aponta aceleração nas receitas globais, com futebol e basquetebol a concentrarem 70% do total e América do Norte a dominar
Banco digital substitui Allianz no patrocínio do estádio gerido pela WTorre; acordo eleva valor anual e poderá reforçar receitas do clube via percentagem contratual.
Acordo 2027-2031 afasta a Adidas após 25 anos na Liga dos Campeões; valores indicam possível duplicação face aos cerca de €40M/ano atuais (não confirmado).
Pressão regulatória e financeira força A‑CAP a vender ativos e a reestruturar, enquanto a carteira de clubes da 777 enfrenta perdas, litígios e incerteza.
Em cinco anos, as três gigantes do desporto afundaram 51%–73% enquanto os principais índices sobem. Margens em pressão, China a abrandar e concorrência a acelerar.