Netflix aposta no futebol brasileiro com trilogia documental liderada por série de Ronaldinho
Plataforma reforça catálogo desportivo no Brasil entre abril e junho; aposta estratégica para captar audiência e patrocínios locais.
Plataforma reforça catálogo desportivo no Brasil entre abril e junho; aposta estratégica para captar audiência e patrocínios locais.
Campeão europeu quer capitalizar títulos e projeto de novo estádio para superar o pacote do Barcelona e liderar o ranking global de patrocínios de equipamento.
Fechado o negócio anunciado em 2025: Apollo Sports Capital passa a deter 55% do clube, com avaliação de 2,5 mil milhões € (inclui dívida), e injecção para equipas e Cidade do Desporto.
Operador japonês assegura todas as competições de clubes da UEFA, via acordo com a UC3 (UEFA e European Club Association), e estreia-se na UEFA Women’s Champions League até 2030.
A renovação de 10 anos do equipamento do Manchester City com a Puma e outros acordos levaram o mercado britânico de patrocínios a €6,16 mil milhões em 2025, mais 10,5%, contribuindo para €34,4 mil milhões na Europa.
Investimento sobe 4,7% segundo a ESA e Nielsen Sports; Espanha lidera em crescimento anual e futebol mantém tração com a renovação Manchester City–Puma.
Audiências médias caem 13,5% e quota de ecrã desce 11,2% face a 2024; SuperTennis destaca-se em contraciclo. Exclusões de medição e migração para streaming distorcem comparação.
Coleção Primavera 2026 junta moda de rua e identidade do clube; venda global em adidas.com com preços entre $50 e $120 (valores não convertidos).
Estudo encomendado pelo Barclays indica maior despesa média por dia de jogo na liga feminina, impulsionada por compras não alimentares.
KKR e Pimco lideram pacote que avalia o Global Sport Group entre €3,5 mil milhões (transação) e €7 mil milhões (avaliação interna), aliviando pressão após desempenhos fracos em França e no râguebi inglês.
Latam, Clear, Casas Bahia e Itaipava lideraram experiências de marca; anel de MVP da Crayons com patrocínio 7K reforçou o pacote comercial da FPF.
A centralização dos direitos televisivos do futebol português, obrigatória a partir de 2027/28, é mais do que uma imposição legal: é uma oportunidade histórica para transformar a Liga Portugal num produto de valor global através da cooperação coletiva