UEFA volta ao vermelho em 2024/25 apesar da nova Champions
Receitas descem para €5,01 mil milhões sem Europeu; redistribuição a clubes sobe e pressiona resultado (-€46,2 milhões).
Receitas descem para €5,01 mil milhões sem Europeu; redistribuição a clubes sobe e pressiona resultado (-€46,2 milhões).
Agência de rating prevê peso recorde de receitas comerciais e de dia de jogo, com a Liga espanhola como rara exceção na valorização televisiva. Regulamentação da UEFA sustenta disciplina financeira.
Holding norte‑americana que controla 99% do Parma está na fase final para adquirir a maioria da SAD liderada por Nélio Lucas
Modelo “Finale” regressa às origens e estreia venda exclusiva na Unisport; chegada às lojas da adidas no Brasil não confirmada
Atlético de Madrid, Espanyol, Udinese, Verona e Monza mudaram de mãos; Getafe poderá ser o próximo. Pressão financeira e estratégia de grupos multipropriedade marcam o ano.
Imobiliária sediada no Dubai estreia-se na camisola do campeão europeu, reforçando a carteira comercial do clube parisiense
Acordo exclusivo por 5 anos, estimado em $140M/ano, desloca a F1 para o ecossistema Apple e sinaliza nova estratégia de distribuição e envolvimento de audiências.
O Indicador de Custo do Trabalho Alargado (CLA) substitui o índice de liquidez e condiciona diretamente o mercado de transferências em Itália.
Calendário empurrado por competições europeias e Taça de Inglaterra força dispersão da jornada; impacto em audiências e receitas é a grande incógnita
Acordo para levar partida oficial da Serie A a Austrália cai por terra; duelo muda-se para San Siro, sem custos para o governo da Austrália Ocidental.
A joint-venture UC3 quer fechar um acordo global de bebidas sem álcool que expande os direitos de 189 para 531 jogos por época, cobrindo Champions, Liga Europa, Conference, Supertaça e Youth League a partir de 2027.
Jogo de 8 de Fevereiro seguirá com arbitragem asiática e logística fora da gestão direta da liga, abrindo caminho ao primeiro jogo oficial europeu no estrangeiro.