Audiovisual em reconfiguração: como os gigantes dos média reposicionam o desporto
Possível acordo entre Netflix e Warner Bros. Discovery acelera a consolidação; direitos desportivos permanecem o activo premium do entretenimento
Possível acordo entre Netflix e Warner Bros. Discovery acelera a consolidação; direitos desportivos permanecem o activo premium do entretenimento
Streamer reforça investimento no futebol britânico com activações no Emirates e campanhas conjuntas, após vencer direitos de transmissão da Liga dos Campeões (2027-2031).
Plataformas globais testam o futebol europeu: Paramount+ supera Netflix na Alemanha e mira Reino Unido; disputa por pacotes da Premier League e EUA pode aquecer receitas de direitos.
Paramount+ entra na Liga dos Campeões, Amazon mantém topo de quarta‑feira e DAZN assegura Liga Europa e Conference; free-to-air praticamente desaparece.
UC3 fecha acordos plurianuais nos cinco maiores mercados; Reino Unido sobe >20%, Alemanha e Itália +30%, Espanha +10%, França em ligeira queda.
Operador premium mantém Liga dos Campeões, Liga Europa e Liga Conferência após concurso da UEFA; valor apontado ligeiramente abaixo do atual (€480M/época).
Grupo norte‑americano é escolhido preferencial para 2027-2031 no Reino Unido e Alemanha; oferta supera concorrência e redesenha o tabuleiro dos direitos na Europa
Sem propostas vencedoras para 2027 em diante, a UEFA estende o concurso em França e mantém a fasquia de receitas anuais acima de €5 mil milhões para o pacote europeu/internacional.
‘Champions League Today’ tornou-se produto âncora da Paramount+ e referência de entretenimento-desporto, somando 5 mil milhões de visualizações nas redes na última época.
A plataforma de transmissão online DAZN passa a vender subscrições e pay-per-view dentro do Prime Video em dois dos seus mercados mais estratégicos, reforçando alcance e monetização.
Plano visa expandir audiência global; leilão de transmissão 2027–2030 decorre com múltiplos interessados e ambição de superar €1,31 mil M
Adam Kelly, presidente da IMG, defende que Netflix, YouTube, Apple e Amazon vão ditar o ritmo do mercado; Premier League internaliza produção internacional a partir de 2026-27.