CEO do Bayer Leverkusen defende teto salarial global para travar domínio financeiro da Premier League
Fernando Carro alerta que sem um limite internacional a Liga dos Campeões pode perder atratividade face ao poder económico inglês.
Fernando Carro alerta que sem um limite internacional a Liga dos Campeões pode perder atratividade face ao poder económico inglês.
Fernando Carro alerta que a disparidade de receitas pode reduzir a atratividade da Liga dos Campeões e pede um teto salarial internacional e absoluto.
Investidor visa lucros de trading de jogadores e ambiciona título em 10 anos; estratégia inspira-se no percurso do campeão belga sob o mesmo ecossistema de recrutamento.
Relevent Sports assume a comercialização e estuda um lote pan‑europeu que pode atrair Amazon, Netflix, YouTube, Apple TV e DAZN, com impacto direto nos prémios aos clubes.
Receitas de transmissão caem 89% em dois anos; prémio europeu já não compensa. Clube aposta no novo Arkéa Park para estabilizar a médio prazo.
Estudo aponta que os clubes mais ricos da Taça Libertadores investem, em média, 150 M€ nos plantéis, face a cerca de 955 M€ de emblemas de topo europeus como o Chelsea.
Seis clubes cada: casas de apostas e companhias aéreas lideram presença na frente da camisola entre os 36 participantes, com Emirates, Riyadh Air, Etihad e Qatar Airways em destaque.
Montante total mantém-se face a 2024/25; modelo de distribuição reforça assimetrias entre competições e mercados.
Entre 36 clubes, Adidas equipa 12, à frente de Nike (8) e Puma (7). A corrida pelos contratos multimilionários confirma o peso comercial da prova.
Inglaterra capta 27% da assistência total do futebol feminino na Europa em 2024-25, impulsionada por jogos em grandes estádios e investimento em infraestruturas; Espanha e Alemanha seguem atrás