Barça e Real Madrid ponderam criar sociedades para entrar na futura NBA Europa
Quota de entrada entre $500M e $1.000M força reestruturação societária; Madrid já iniciou processo, Barça teria de alterar estatutos
Quota de entrada entre $500M e $1.000M força reestruturação societária; Madrid já iniciou processo, Barça teria de alterar estatutos
Projetos de Manchester United, Birmingham City e Arábia Saudita aceleram a corrida por novas fontes de receita com LED, tetos retráteis e experiências virtuais — mas com custos elevados e controvérsia laboral.
Apollo prepara-se para controlar o Atlético de Madrid por cerca de €2,5 mil milhões; crescimento mais lento obriga a horizontes longos e aposta imobiliária de €800 milhões.
Marca reduz exposição em clubes europeus e reforça contratos com NBA, MLB e NFL, alinhando patrocínios com venda direta ao consumidor e moda/sneakers.
Crypto.com, Bybit e outras plataformas aumentam exposição em futebol, Fórmula 1 e UFC, enquanto reguladores apertam vigilância. Acordos somam centenas de milhões, mas casos de incumprimento levantam alertas.
Relatos dão conta de contactos com Vasco, Santos, Bahia, Goiás, Grêmio e Fortaleza; parte das tratativas não está confirmada e detalhes financeiros não foram divulgados.
Gestor de private equity quer a maioria do capital; operação reforça a vaga de fundos e dívida privada no futebol europeu.
Final Four em Riade com Bolonha, Inter, AC Milan e Nápoles obriga ao adiamento de quatro jogos da 16.ª jornada; recuperações agendadas para 13–15 de janeiro de 2026.
Seis clubes cada: casas de apostas e companhias aéreas lideram presença na frente da camisola entre os 36 participantes, com Emirates, Riyadh Air, Etihad e Qatar Airways em destaque.
Entre 36 clubes, Adidas equipa 12, à frente de Nike (8) e Puma (7). A corrida pelos contratos multimilionários confirma o peso comercial da prova.