Apple TV assegura direitos exclusivos da Fórmula 1 nos EUA por 5 anos
Plataforma da Apple substitui a ESPN e deverá pagar cerca de $140 milhões/ano; parte das corridas ficará fora do paywall para impulsionar audiência e subscrições.
Plataforma da Apple substitui a ESPN e deverá pagar cerca de $140 milhões/ano; parte das corridas ficará fora do paywall para impulsionar audiência e subscrições.
Modelo multi-clube, integração com o Chelsea e investimento antecipado empurram o RC Strasbourg para a Europa, mas com perdas no curto prazo e desafios comerciais por resolver.
Parceria fornece iPads, MacBooks e iPhones às duas primeiras divisões do futebol feminino inglês para nivelar recursos tecnológicos entre clubes.
Segundo a Intelligence 2P, 53% dos clubes do Big-5 que jogam competições europeias em 2025-2026 têm dono internacional, com forte peso norte‑americano. Premier League e Ligue 1 lideram a abertura; Espanha e Alemanha mantêm 100% de controlo nacional.
Kevin Nagle fecha aquisição do estádio e 53 acres em Huddersfield com um contrato de 300 anos; visão inclui hotel, eventos e aumento de receitas extra‑desporto.
Global Sport Group, veículo da CVC com participações na La Liga, Premiership Rugby e Seis Nações, negoceia um pacote de dívida multibilionário para prolongar investimentos e abrir porta a venda minoritária ou futura OPV.
Novo acordo eleva base anual para cerca de €35 milhões a partir de 2026/27; ainda longe dos €80 milhões do Manchester City com a Etihad.
Proposta liga despesa das equipas a múltiplos das receitas do último classificado; críticos alertam para fuga de estrelas e queda das receitas de TV.
A plataforma Dirt is Good estende por três anos a parceria com o Arsenal, apostando em activações criativas para ganhar notoriedade e quota num território publicitário saturado.
De Carrington a Kirkby, clubes ingleses apostam milhões em tecnologia, bem‑estar e integração academia‑primeira equipa para atrair talento e proteger ativos
Rwanda fecha patrocínios multitemporada com LA Clippers e Los Angeles Rams; crescimento de audiências e infraestruturas atrai marcas e governos.
Debate em torno do limite de 1 de março para provar independência entre clubes pode deslocar-se para junho, alinhando com os sorteios das competições europeias.