LaLiga sobe o limite salarial agregado para 3.000 milhões após o mercado de inverno
O controlo económico da LaLiga atualizou os tetos de custo de plantel: Barcelona lidera a subida; Segunda também cresce cerca de 10%.
O controlo económico da LaLiga atualizou os tetos de custo de plantel: Barcelona lidera a subida; Segunda também cresce cerca de 10%.
Clubes espanhóis elevam preços e flexibilizam pacotes de adesão. Média por sócio na Primeira Divisão ronda €330, mas Madrid (€659) e Athletic (€615) destacam-se.
Atlético de Madrid, Espanyol, Udinese, Verona e Monza mudaram de mãos; Getafe poderá ser o próximo. Pressão financeira e estratégia de grupos multipropriedade marcam o ano.
Real Madrid arrecada €157,92M e FC Barcelona €156,45M em 2024-25; Segunda divisão recebe €140,03M, com ajudas à descida a reforçar receitas.
A proposta inclui ‘naming’ do novo estádio, patrocínio principal da camisola e continuidade de Ángel Torres na presidência.
José María Durán, ex-RCD Espanyol, Getafe CF e RCD Mallorca, entra no capital de risco com um modelo seletivo e foco em empresas rentáveis com geração de caixa mínima de €2 milhões/ano.
Clube basco fecha com marca espanhola e encerra ciclo de oito anos com a italiana Macron; valores e duração não divulgados.
Grupo dono do Liverpool concluiu auditoria e prepara oferta que excede a avaliação de mercado; mudança de controlo implicaria saída de Ángel Torres.
Ondas de M&A no futebol em 2025 contrastam com queda de operações em 2023; vários negócios com valores não divulgados e alguns por confirmar.