Justiça obriga beIN Sports a pagar €14,13M à LFP por saldos em atraso dos direitos da Ligue 1
Tribunal económico de Paris rejeita queixa da operadora sobre restrições de escolha de jogos; LFP mantém cláusulas e reforça exigência contratual
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Entrada da Apollo no Atlético de Madrid e modelo centralizado da CVC consolidam o futebol como classe de activos escalável; Arctos e Silver Lake apostam em inovação e expansão internacional.
Holding dos Pinault desinveste participação considerada não estratégica; foco da Anta é acelerar a expansão global e reativar a China.
Um ano após assumir a liderança global do futebol na Red Bull, Jürgen Klopp e David Wagner avançam para um modelo unificado de jogo e mobilidade de jogadores entre Alemanha, EUA, Brasil, Japão e França.
Reforço da Liga dos Campeões empurra Real, Barcelona, Bayern e PSG acima dos ingleses; estádios e hospitalidade prometem novo salto de receitas em Madrid e Barcelona.
Clube abre espaço no K11 MUSEA com a Fanatics China, privilegia coleções localizadas e presença física em destinos de luxo para acelerar merchandising direto ao consumidor.
Ineos quer sair do OGC Nice por menos de €200 M, abaixo dos €250 M inicialmente, num movimento que visa simplificar a propriedade multi-clube e limitar riscos regulatórios.
Global Sport Group, veículo da CVC, procura dívida para novas aquisições em ligas e clubes com potencial de crescimento comercial, mantendo flexibilidade para vender uma fatia minoritária ou avançar para bolsa.
Agência de rating prevê peso recorde de receitas comerciais e de dia de jogo, com a Liga espanhola como rara exceção na valorização televisiva. Regulamentação da UEFA sustenta disciplina financeira.
Com 4,21 milhões de espectadores nas primeiras 17 jornadas de 2025/26, a liga francesa regista máximos de ocupação e bilhética, enquanto prepara a sua própria “Ligue 1 +” após falhanço do concurso de TV.
Novo modelo amplia a Champions para 24 equipas, reserva convites a clubes não europeus e redefine acesso com base no ranking 2022-2025.
Estudo aponta dependência de subsídios públicos, custos salariais acima de 50% do orçamento e fraca valorização do campeonato. Bolsa, formação e direitos mediáticos surgem como alavancas.