Conmebol pondera final da Libertadores fora da América do Sul e prepara nova venda de direitos até 2030
Plano visa expandir audiência global; leilão de transmissão 2027–2030 decorre com múltiplos interessados e ambição de superar €1,31 mil M
Plano visa expandir audiência global; leilão de transmissão 2027–2030 decorre com múltiplos interessados e ambição de superar €1,31 mil M
Da estimativa à prova: visão computacional e IA trazem mensuração auditável de exposições, com impacto direto em contratos e avaliação de patrocínios
Relatos dão conta de contactos com Vasco, Santos, Bahia, Goiás, Grêmio e Fortaleza; parte das tratativas não está confirmada e detalhes financeiros não foram divulgados.
Casas de apostas dominam a frente das camisolas; clubes de topo superam a fasquia dos €8 M anuais e aproximam-se das referências globais.
Flamengo e Palmeiras lideram receitas e exibem dívida controlada; Atlético-MG e Botafogo, como SAFs, mostram alavancagem elevada e ficam pelo caminho
Organismo sul-americano aumenta em $1 milhão o prémio da final única e projeta $570 milhões de receitas anuais, com 74% vindos de direitos audiovisuais.
Com receitas de €1.720M e dívida de €1.890M, o futebol brasileiro prepara um modelo de controlo financeiro a apresentar a 26 de Novembro, em São Paulo.
Decisão no Rio de Janeiro congela parte dos direitos de transmissão por audiência (pay-per-view). Clubes da Libra reagem e prometem recorrer.
Estudo aponta que os clubes mais ricos da Taça Libertadores investem, em média, 150 M€ nos plantéis, face a cerca de 955 M€ de emblemas de topo europeus como o Chelsea.