Bundesliga avalia financiamento de €1.000 M com a Apollo, colateralizado por direitos televisivos
Liga alemã discutiu em Nova Iorque um empréstimo a 20 anos, sem cedência de capital, que carece de aprovação de dois terços dos 36 clubes.
Liga alemã discutiu em Nova Iorque um empréstimo a 20 anos, sem cedência de capital, que carece de aprovação de dois terços dos 36 clubes.
Clube escocês sobe do 8.º para o 1.º lugar num modelo que privilegia rentabilidade, retorno e baixo endividamento; contexto reforça valor competitivo da disciplina financeira sob novas regras da UEFA.
Com 85% dos clubes da Bundesliga e 2. Bundesliga a manter 18+ jogadores abaixo de 450 minutos/época, a nova competição visa dar rodagem competitiva sem foco comercial.
Sem Champions e com cortes na equipa comercial, o clube procura novo patrocinador para treino e manga, enquanto ajusta a relação com parceiros e governação sob influência da INEOS.
Clube quer flexibilizar o limite de 25 jogadores e a regra dos formados localmente, alegando mais jogos e lesões; rivais europeus receiam reforço da vantagem inglesa
Relatório da The Sponsor coloca o Real Madrid no topo; Spotify Camp Nou, Allianz Arena e Emirates completam o pódio. “New Trafford” pode render até €230M a longo prazo (não confirmado).
Nova competição profissional reúne oito clubes de sete países, garante acesso a torneios da FIFA e pode servir de modelo para ligas inter-países noutras regiões.
Estimativa aponta para €23 M por ano durante 10 anos para o “New Trafford”, reforçando o financiamento do projecto de 100 mil lugares.
As 14 equipas vão criar a associação FBL e.V. para profissionalizar e comercializar a liga, após divergências com a Federação Alemã (DFB). Investimento de €100 milhões da DFB fica em suspenso.
Clube procura novo patrocinador de manga; parceria gerou contestação por reputação e direitos humanos. Visit Rwanda redireciona orçamento para EUA.
Acordo abrange equipas masculina, feminina e formação; logótipo “Congo, Brazzaville” nas camisolas e academia mista em Brazzaville.
Proposta liga despesa das equipas a múltiplos das receitas do último classificado; críticos alertam para fuga de estrelas e queda das receitas de TV.