Real Valladolid lança patrocínio rotativo para a traseira dos calções e ativa marcas locais

Projeto “Patrocinio Espiga” reserva espaços na traseira dos calções, redes sociais e ativações em dia de jogo, exclusivo para empresas de Valladolid; valores não divulgados.

23 mar 2026 • há 10 horas • Leitura original: 2Playbook
Real Valladolid lança patrocínio rotativo para a traseira dos calções e ativa marcas locais — 2Playbook

O que aconteceu

O Real Valladolid, atualmente na LaLiga Hypermotion (2.ª divisão espanhola), lançou o projeto “Patrocinio Espiga”, um modelo de patrocínio rotativo dirigido a empresas da província de Valladolid. Desde novembro, quatro marcas locais — Bodegas Santiso González, Miguel Vergara, Dulces el Toro e Grupo Ahorra — têm alternado visibilidade na traseira dos calções da equipa e noutros suportes (redes sociais, publicidade no estádio e ações promocionais). Os valores do acordo não foram divulgados.

Por Que Importa

  • Diversificação de receitas: a rotação permite monetizar um inventário limitado (costas dos calções) junto de várias PME, reduzindo dependência de um único patrocinador.
  • Aumento de procura: lowers tickets de entrada (não confirmados) podem alargar a base de patrocinadores, útil em contextos de 2.ª divisão com menor exposição mediática.
  • Valor para o ecossistema local: reforça proximidade com o tecido empresarial e incentiva ativação em dia de jogo e digital, potenciando retorno do investimento (ROI).
  • Flexibilidade comercial: o clube pode ajustar preços por período e jogo (não confirmado) e testar criativos, recolhendo dados para futuras renovações.

Contexto

  • A LaLiga Hypermotion tem menor audiência televisiva face à 1.ª divisão, pressionando clubes a inovar no patrocínio e na exploração de ativos secundários do equipamento.
  • Espaços como traseira dos calções e “mangas” tornam-se alternativas para incrementar faturação quando a frente da camisola está vendida ou valorizada em excesso para PME.

E agora?

  • Se o modelo provar tração, o Valladolid poderá ampliar o portefólio rotativo (ex.: mangas, treino, conteúdos digitais) e criar pacotes sazonais com métricas de desempenho.
  • O caso pode servir de referência para outros clubes da 2.ª divisão espanhola e da Liga Portugal 2 que procuram maximizar inventário com marcas regionais.

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