Arturo Lomelí avalia compra do Club León para pôr fim à multipropriedade do Grupo Pachuca

Dono do Atlético La Paz e recente comprador do GD Chaves, o empresário mexicano surge como candidato a adquirir o León, alinhado com as exigências regulatórias rumo a 2026.

19 fev 2026 • há 12 horas • Leitura original: Futbol Total (via Mediotiempo/David Medrano)
Arturo Lomelí avalia compra do Club León para pôr fim à multipropriedade do Grupo Pachuca — Futbol Total (via Mediotiempo/David Medrano)

O que aconteceu

O empresário mexicano Arturo Lomelí, proprietário do Atlético La Paz (Liga de Expansão MX) e recém‑entrado no futebol europeu com a compra do GD Chaves (Segunda Liga portuguesa), estará em negociações para adquirir o Club León ao Grupo Pachuca. A operação visa cumprir as regras anti‑multipropriedade impostas pela FIFA e pela Liga MX antes do ciclo do Mundial de 2026. A informação foi avançada por David Medrano (Mediotiempo) e repercutida por Futbol Total; valores não divulgados.

Por Que Importa

  • Cumprimento regulatório: a venda reduziria o risco de sanções associadas à multipropriedade, tema central na governação da Liga MX antes de 2026.
  • Estratégia multi‑clube: a possível integração do León numa rede que inclui Atlético La Paz e GD Chaves pode criar sinergias de scouting e desenvolvimento, com potenciais poupanças salariais e receitas futuras de transferências.
  • Atratividade comercial: o León, clube com base de adeptos robusta, oferece receitas de bilhética, patrocínios e direitos locais que podem ser potenciadas por nova gestão.
  • Mercado de capitais privados no futebol mexicano: reforça a tendência de grupos investidores a consolidar ativos e a profissionalizar a gestão com métricas de retorno do investimento (ROI).

Contexto

  • Lomelí já reconfigurou ativos no México ao comprar a vaga do Tampico Madero (ex‑Grupo Orlegi) e transformá‑la no Atlético La Paz, sinalizando apetite por operações societárias complexas.
  • O Grupo Pachuca tem procurado comprador para o León, num movimento consistente com as diretrizes da FIFA e com o calendário da Liga MX para eliminação de multipropriedade.

E agora?

  • Due diligence e aprovação regulatória: qualquer acordo exigirá validação da Liga MX e conformidade com regras de propriedade e integridade competitiva.
  • Modelo desportivo‑financeiro: se concretizada, a gestão multi‑clube poderá priorizar desenvolvimento de talento mexicano com passagem por Portugal (GD Chaves) para valorização e posterior venda.
  • Calendário: a pressão temporal até 2026 pode acelerar prazos de negociação e fecho, embora termos e preço permaneçam (não confirmados).

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