Negócio olímpico cresce na TV apesar da saída de patrocinadores do COI

Com os Jogos de Inverno Milão–Cortina d’Ampezzo no horizonte, receitas televisivas e impacto económico mantêm trajetória ascendente, mesmo após ruturas com parceiros históricos.

18 fev 2026 • há 11 horas • Leitura original: Kicker (resumo sob paywall)
Negócio olímpico cresce na TV apesar da saída de patrocinadores do COI — Kicker (resumo sob paywall)

O que aconteceu

O portal alemão Kicker analisou o negócio dos Jogos Olímpicos, sublinhando que, às vésperas dos Jogos de Inverno de Milão–Cortina d’Ampezzo, as receitas de televisão continuam a subir e os efeitos económicos indiretos atingem valores na ordem dos milhares de milhões. Isto apesar de o Comité Olímpico Internacional (COI) ter perdido recentemente vários patrocinadores de longa data. Valores específicos não foram divulgados no artigo (paywall).

Por Que Importa

  • A transmissão televisiva permanece o principal pilar de receitas do ecossistema olímpico, sustentando contratos multianuais e garantindo previsibilidade financeira ao COI e aos organizadores locais.
  • Mesmo com saídas de marcas do programa de patrocínios, o portefólio de direitos de media continua a valorizar, sinalizando procura estável de audiências globais premium.
  • Os impactos económicos em turismo, infraestruturas e serviços associados aos Jogos justificam investimento público-privado significativo, ainda que com riscos de derrapagens orçamentais (não confirmado para Milão–Cortina).
  • A resiliência das receitas de media reforça o poder de negociação do COI na próxima janela de direitos e na captação de novos patrocinadores.

Entre Linhas

  • A perda de patrocinadores históricos sugere maior escrutínio reputacional e pressão por ativações com baixa exposição reputacional; o COI terá de ajustar contrapartidas e categorias para manter o valor total do programa.
  • A tendência de consumo fragmentado pode acelerar acordos híbridos entre emissão tradicional e plataformas de transmissão online, para maximizar alcance e retorno do investimento (ROI) dos parceiros.

Contexto

  • Os Jogos Olímpicos figuram entre os eventos desportivos mais monetizáveis do mundo, com receitas concentradas em direitos de transmissão, patrocínios do programa global do COI e bilhética/merchandising local.
  • Milão–Cortina d’Ampezzo herda um calendário de inverno com forte apelo europeu e norte-americano, mercados-chave para audiências e anunciantes.

Números

  • O artigo refere “receitas em milhares de milhões” e crescimento contínuo da TV; montantes exatos e condições contratuais: valores não divulgados.

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