PwC traça tendências para 2026: adepto mais digital, IA no centro e direitos partilhados

O ‘Sports Industry Outlook 2026’ antecipa novas fontes de receita digitais, uso intensivo de inteligência artificial e modelos híbridos de transmissão, com o Mundial de 2026 como catalisador.

16 fev 2026 • há 12 horas • Leitura original: Palco23 / Mundo Deportivo (conteúdo parcial)
PwC traça tendências para 2026: adepto mais digital, IA no centro e direitos partilhados — Palco23 / Mundo Deportivo (conteúdo parcial)

O que aconteceu

A PricewaterhouseCoopers (PwC) publicou o relatório Sports Industry Outlook 2026, apontando que o próximo ano trará maior participação do adepto digital, novas formas de relação clubes‑adeptos, adoção acelerada de inteligência artificial (IA), modelos de direitos audiovisuais partilhados e impacto relevante do Mundial de 2026 no verão. Valores específicos e casos por mercado não foram divulgados (conteúdo parcial e atrás de paywall).

Por Que Importa

  • Receitas: crescimento previsto em produtos e experiências digitais (conteúdos personalizados, comércio integrado e bilhética dinâmica), potenciando ticketing e merchandising com dados de primeira mão.
  • Direitos de transmissão: avanço de modelos híbridos (TV tradicional + plataformas de transmissão online), com direitos partilhados a mitigar risco e ampliar alcance, afetando a valorização dos pacotes e a negociação com anunciantes.
  • Patrocínios: a IA promete melhorar segmentação, medição de retorno do investimento (ROI) e verificação de baixa exposição reputacional, pressionando preços e exigindo mais provas de desempenho.
  • Calendário: o Mundial de 2026 deve criar picos de audiência global, redesenhando grelhas comerciais e janelas de venda de média e hospitalidade.

Contexto

  • A relação clubes‑adeptos caminha para modelos direct‑to‑fan (ligação direta ao adepto), com comunidades pagas, benefícios exclusivos e conteúdos premium a complementar quotas de sócio e bilhetes de época.
  • A partilha de direitos pode favorecer mercados secundários e ligas com menor tração, pela exposição adicional e pacotes mais flexíveis para operadores regionais.

E agora?

  • Clubes e ligas devem rever estratégias de dados (governança, consentimento e monetização) para suportar personalização e IA, garantindo conformidade regulatória.
  • Negociações de direitos para 2026‑2028 tenderão a incluir cláusulas de co‑exclusividade e métricas de audiência unificadas entre emissão e online (não confirmado).

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