Brasileirão Feminino 2026 arranca com 18 clubes e prémios reforçados até €325 mil

Mais equipas, calendário alargado, 167 jogos e incremento das cotas e dos prémios marcam a nova fase de investimento no futebol feminino no Brasil.

13 fev 2026 • há 13 horas • Leitura original: Marco Laloni / MKTEsportivo
Brasileirão Feminino 2026 arranca com 18 clubes e prémios reforçados até €325 mil — Marco Laloni / MKTEsportivo

O que aconteceu

O Brasileirão Feminino 2026 começa esta quinta-feira (12), com Mixto-MT vs. Flamengo, inaugurando uma edição com 18 clubes (antes 16), 23 datas e 167 jogos (+33 face a 2025). Cada equipa recebe €117 mil (R$720 mil) de cota fixa na 1.ª fase. O campeão leva €325 mil (R$2 milhões) e o vice €162 mil (R$1 milhão). O Corinthians defende o título e soma sete conquistas.

Por Que Importa

  • O aumento das cotas e dos prémios sinaliza maior investimento estruturado no futebol feminino, com impacto direto em orçamentos e retenção de talento.
  • A expansão para 18 clubes e mais 33 jogos eleva o inventário comercial para patrocinadores e media, potenciando receitas de bilhética e publicidade.
  • Todas as partidas terão transmissão (TV aberta, canais por assinatura e plataformas de transmissão online), ampliando audiências e valor de direitos.
  • Medidas de suporte às atletas (incluindo viagens com crianças para lactantes) reforçam o enquadramento laboral e a atratividade competitiva do campeonato.

Números

  • Participação por clube: €117 mil (R$720 mil) na 1.ª fase, o dobro do anterior (valor anterior não detalhado na fonte).
  • Prémios: Campeão €325 mil (R$2 milhões); Vice €162 mil (R$1 milhão). Em 2025: €293 mil (R$1,8 milhão) e €146 mil (R$900 mil), respetivamente.
  • Formato: 18 clubes; 8 apuram para “playoffs” (eliminatórias a duas mãos); 2 descem à Série A2.
  • Calendário: 23 datas e 167 jogos (+33 face a 2025).

Contexto

  • A inclusão de todas as 18 equipas também na Copa do Brasil Feminina cria sinergias competitivas e de calendário, potencialmente elevando minutos de exposição a patrocinadores.
  • As equipas terão ferramentas de análise de desempenho, favorecendo profissionalização técnica e valorização de ativos (jogadoras).

E agora?

  • Com emissões multiplataforma, será crucial medir alcance e tempo médio de visualização para precificar direitos futuros.
  • Clubes devem alinhar planos comerciais para capitalizar o maior número de jogos (hospitalidade, patrocínios de camisola e ativações locais).

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